Leo Strauss a Gershom Scholem, 7 de Julho de 1973.
De tempos a tempos, também folheio Heidegger. Depois de muitos anos, compreendi o que nele é falso. Uma inteligência fenomenal, que repousa numa alma kitsch; posso demonstrá-lo. Quando li umas declarações dele, de 1934, onde se caracteriza «como um camponês da Floresta Negra», acordou-se em mim - sim, em mim! - o desejo de ser um intelectual*, ou tornar-me num.
* Dado o desprezo a que vota a «República das Letras» (Cf. On Tyranny), compreende-se melhor a intensidade do horror ao «camponês da Floresta Negra».
* Dado o desprezo a que vota a «República das Letras» (Cf. On Tyranny), compreende-se melhor a intensidade do horror ao «camponês da Floresta Negra».


1 comentário:
Lapidar?
Alma?!...
Vamos bem...
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