Depois de um período de profundíssima reflexão, em que se assimilou convenientemente as sugestões e os contributos dos nossos estimados leitores, regresso à carga com o Prémio Nobel da Ciência Política. A lista que se segue resulta de um processo de encurtamento que obedeceu aos critérios da originalidade dos contributos, influência na área científica e continuidade da obra. Foi assim que se encurtou a lista anterior. Infelizmente, a comissão do Cachimbo encarregue desta coisa não aceitou a ideia sugerida de se fazer uma lista equivalente só com nomes portugueses (por considerar que seria uma lista reduzida a zero), também continuou a recusar a inclusão de autores defuntos e, por fim, insistiu numa distinção razoável entre ciência e jornalismo. Seja como for, a comissão Nobel do Cachimbo está ainda aberta a novas sugestões, desde que sejam inequivocamente relevantes. Não se trata, portanto, de uma lista fechada.
Dito isto, aqui vai a lista de candidatos:
- Robert Dahl
- Samuel Huntington
- Jürgen Habermas
- Charles Taylor
- Harvey Mansfield
- Samuel Huntington
- Jürgen Habermas
- Charles Taylor
- Harvey Mansfield
- David Easton
- Marcel Gauchet
- Henry Kissinger
- Arend Lijphart
- Quentin Skinner
- Marcel Gauchet
- Henry Kissinger
- Arend Lijphart
- Quentin Skinner
Para qual destes candidatos vai a sua preferência?


9 comentários:
Se quiserem tirar dali o Lijphart, é um favor que me fazem
e a mim
Não sei o que quer dizer da ausência de Voegelin e Strauss...
O Corcunda
O corcunda não sabe o que dizer porque não lê com atenção. Já disse não sei quantas vezes que os autores defuntos não foram incluídos. Como se faz no Prémio Nobel.
Eliminar o "quer" ou d do "da" da frase anterior, e dá o que eu queria escrever.
O Corcunda
Ora aí está uma distinção bem injusta...
Espero que não seja como na Academia, em que esperam que a rapaziada morra para terem desculpa.
O Corcunda
O mundo é assim... injusto
Michael Sandel?
Choca-me que um blog tão declaramente conservador não considere Fukuyama para a shortlist.
Mas afinal o Bush andou a invadir metade do médio oriente para quê?
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