«Opto por Ferreira Leite, porque acho que o partido está numa crise profunda, que põe em causa os seus fundamentos. O PSD é um partido popular, não é um partido populista. A deriva populista não tem nada a ver com o programa do PSD e a sua relação com o país deteriorou-se. É um partido que tem hoje pouca credibilidade, que os portugueses não ouvem. Ainda é forte a nível autárquico, mas a sua dimensão nacional está enfraquecida. (...) Os partidos não têm atestado com a eternidade. O PSD fundado por Sá Carneiro corre riscos de passar a ser outra coisa. Mas não digo que esteja à beira do fim, porque ainda tem força suficiente para haver coisas como a candidatura de Ferreira Leite. Hoje está numa situação de emergência.»
Entrevista com Pacheco Pereira hoje no Diário Económico.



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